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Políticas de Uso

29 de Fevereiro de 2016, 20:16 , por Adriana Borges Araujo - 0sem comentários ainda | No one following this article yet.
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Este documento apresenta as Políticas de Uso da Rede Aprender, as quais estabelecem critérios para a criação de Perfis e Comunidades, para a postagem de conteúdo e licenças sob as quais podem ser disponibilizados, dentre outras informações.

Se você tiver sugestões de alteração deste documento, encaminhe email para rede.aprender@se.df.gov.br 

 

1. Se você é novo na Rede, é bom saber que há algumas maneiras de conseguir apoio no início da caminhada. Você poderá contar com:

 

1) o Guia de Uso, acessado por meio do link que se encontra na parte superior direita da tela inicial da Rede Aprender;

2) a Comunidade Ajuda, onde é possível dirimir dúvidas no fórum Fale Conosco.

 

2. Mas por que uma rede social exclusiva da SEEDF?

 

Muitas unidades escolares já fazem uso de páginas em redes sociais gratuitas de empresas privadas para divulgar suas ações, facilitar a comunicação e promover interação entre seus membros. Por que migrar os conteúdos já publicados para outra rede social em vez de continuar utilizando as redes sociais já existentes? Citamos aqui alguns motivos importantes que levaram a SEEDF a oferecer à comunidade escolar uma rede social própria:

 

2.1. Rede Social com Proposta Pedagógica

 

A Rede Aprender se propõe a oferecer diferentes possibilidades de comunicação articuladas à proposta pedagógica e ao currículo da SEEDF. Assim, ações e projetos apresentados na Rede são orientados por profissionais da educação que atuam na SEEDF e, portanto, que alinham seus princípios pedagógicos e suas necessidades curriculares.

 

2.2. Ausência de publicidade

 

Redes sociais de empresas se mantêm com venda de publicidade. A publicidade voltada a crianças e adolescentes pode colocar em risco sua saúde física e mental. Uma rede social própria garante um ambiente completamente livre de publicidade.

 

2.3. Segurança Institucional

 

Utilizar redes sociais de empresas expõe a SEEDF a riscos de descontinuidade de serviços. A empresa pode fechar, mudar de ramo, retirar posts que considera inadequados de acordo com seus critérios, dentre outras questões que podem colocar em risco a continuidade das ações empreendidas por intermédio da Rede.

 

2.4. Critérios de apresentação de posts

 

A apresentação e visualização dos posts de cada usuário de uma rede social varia de acordo com os interesses da instituição que a administra. Os interesses da SEEDF estão voltados à promoção eficiente de processos de gestão educacional e ao favorecimento de situações de ensino-aprendizagem alinhadas ao Currículo e à sua proposta pedagógica. Os interesses da empresa que oferece gratuitamente recursos de rede social estão associados a publicidade e a lucro.

 

2.5. Monitoramento de conteúdos inadequados

 

Os critérios para julgar se conteúdos são ou não inadequados para serem mantidos nas páginas da rede social também estão sujeitos a fatores como política da instituição, tipo de público e até a aspectos culturais.

A SEEDF mantém Equipe de Monitoramento para mediar a criação de conteúdos, de modo a assegurar que os Termos e as Políticas de Uso da Rede Aprender sejam observados, de acordo com critérios estabelecidos por seus profissionais.

 

2.6. Segurança das informações de seus usuários

 

A Rede Aprender funciona em uma plataforma tecnológica chamada Noosfero, um software livre1. Em função de ter seu código aberto a quem quiser conhecê-lo, estudá-lo e modificá-lo, a segurança do software livre é muitas vezes superior à de um de software proprietário.

 

2.7. Autonomia Tecnológica

 

Software livre pode ser alterado e adaptado, caso haja equipe que conheça sua linguagem. Isso amplia as condições de autonomia da instituição porque diminui a dependência de empresas proprietárias de código e de licenças de software.

 

2.8. Possibilidade de Adequação

 

A adoção de software livre pode aumentar a conformidade do aplicativo às características da instituição, tendo em vista que, se houver equipe técnica com conhecimento da linguagem, seu código pode ser alterado e adaptado às especificidades da SEEDF.

 

2.9. Disseminação de conhecimento

 

Nos materiais de divulgação da Rede Aprender, recomenda-se o compartilhamento de conteúdos com licença permissiva, preferencialmente Creative Commons CC-BY, o que permite sua maior utilização, compartilhamento mais abrangente e maior visibilidade. Além disso, a adoção de software livre proporciona acesso, aos desenvolvedores de software da instituição, ao conhecimento contido no código (linhas de programação) do software.

 

3. Organização da Rede Aprender

 

A Rede Aprender se organiza em Pessoas, Comunidades, Artigos e Eventos.

 

Pessoas

Para usar os recursos da Rede Aprender é preciso se cadastrar. Após o cadastro, a pessoa obterá um Perfil na Rede, o qual pode ser gerenciado por meio do Painel de Controle.

Devem ser cadastrados perfis pessoais, evitando a criação de perfis de instâncias institucionais. Estas deverão estar representadas por Comunidades

Uma pessoa pode assumir três papéis na Rede Aprender: Administrador, Moderador e Integrante. Pessoas podem ser administradoras de algumas Comunidades e integrantes de outras, por exemplo. O papel de integrante, tanto de Comunidade quanto da própria Rede Aprender, é o que menos tem permissões de atualização no ambiente – integrantes não podem atualizar conteúdos, mas eventualmente podem comentar posts e matérias.

 

Artigos

São os conteúdos publicados na Rede, tanto nos perfis pessoais, quanto nas páginas das comunidades. Podem ser textos, imagens, arquivos, posts de blogs, dentre outros.

A Rede Aprender pretende ser local de livre expressão de ideias e de compartilhamento do conhecimento. No entanto, estão vedadas publicações que estejam em desacordo com a legislação brasileira de proteção à pessoa e à propriedade privada.

Não serão permitidos conteúdos que contenham discurso de ódio, sejam ameaçadores ou pornográficos.

Também não serão permitidas as postagens que se configurem peças publicitárias ou tenham o intuito de comercializar qualquer item.

 

Eventos

A Rede Aprender apresenta um único calendário que contém todos os eventos de suas comunidades e de seus perfis pessoais.

É possível cadastrar eventos que ocorrerão durante um dia ou durante vários dias.

 

Comunidades

São páginas institucionais (por exemplo, de coordenações, diretorias ou gerências), temáticas (como de Direitos Humanos, de Meio Ambiente, de Promoção de Igualdade Racial, de projetos temáticos conduzidos nas unidades escolares, dentre outras) ou de coletivos (como de grêmios escolares, de associações de pais e mestres, de turmas ou de escolas).

Apenas profissionais da educação podem solicitar criação de comunidades. Estudantes podem solicitar a criação de comunidades de projetos, temas ou coletivos por meio de um professor responsável de sua escola que apoie a criação da comunidade. Podem abrigar blogs, arquivos, galeria de imagens, agenda, relação de integrantes, links, referências, artigos, dentre outros conteúdos. O(a) professor(a) pode delegar a administração de sua Comunidade a estudantes ou a membros da comunidade escolar.

A criação de comunidades é mediada, ou seja, é solicitada, por meio da própria Rede, à Equipe de Curadoria e de Monitoramento da Rede Aprender, que avaliará a observância dos Termos de Uso e das Políticas de Uso antes de aprová-la. A partir de sua criação, apenas seus administradores podem alterar conteúdos e configurações da comunidade.

 

4. Comunidades e Responsáveis

 

4.1. Comunidades Institucionais

As Comunidades Institucionais devem ser criadas para abrigar as comunicações, informações, imagens e áudios que determinada instância administrativa queira partilhar com a Rede.

Deve ser criada por perfil pessoal de servidor designado para sua administração. No entanto, o endereço eletrônico (e-mail) deve ser de uso institucional e não de uso pessoal do servidor responsável.

Podem ser criadas Comunidades Institucionais para Escolas, Unidades Regionais, Subsecretarias, Coordenações, Diretorias e Gerências, na forma em que se apresentam no Organograma da SEEDF.

 

4.2. Comunidades Temáticas ou de Coletivos (particulares)

As Comunidades Temáticas ou de Coletivos podem ser criadas pelos integrantes da Rede que desejarem partilhar informações referentes aos seus interesses com os demais. Podem se referir a Temas ou Áreas abrangidos por instâncias administrativas ou projetos pedagógicos desenvolvidos por grupos de alunos ou professores.

Os responsáveis pela criação da comunidade deverão informar o endereço eletrônico pessoal e apresentar descrição

 

4.3. Edição de Conteúdo

O gerenciamento do conteúdo a ser exibido em uma comunidade é de responsabilidade de seu administrador ou administradores.

Os responsáveis pelas comunidades respondem administrativamente, civil e criminalmente pelos conteúdos postados.


 

1Software Livre é também um movimento social, que defende o desenvolvimento de software de acordo com princípios éticos definidos – seu pilar central é o compartilhamento do conhecimento tecnológico contido no programa. De acordo com a Fundação Software Livre, o software é chamado livre quando é desenvolvido e disponibilizado respeitando quatro liberdades:

Liberdade 0 – de executar o programa, para qualquer propósito.

Liberdade 1 – de estudar como o programa funciona e alterá-lo como quiser, adaptando-o às suas necessidades.

Liberdade 2 – de redistribuir cópias a quem quiser, de modo a compartilhar o conhecimento contido nele e suas funcionalidades.

Liberdade 3 – de aperfeiçoar o programa e liberar o resultado para o público, de modo que toda a comunidade se beneficie.


Tags deste artigo: organização da rede aprender política de uso

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